Tag Archives: Comportamento

Cada um tem seu ponto de vista. Respeite!

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ponto de vista

Essa imagem já circulou muito no Facebook, Sempre muito compartilhada. Minha dúvida é se realmente as pessoas respeitam o ponto de vista do outro. Pois parece que cada pessoa quer insistentemente mostrar a sua verdade, esquecendo que o outro pode estar certo também. Dependendo do ponto de vista, cada um tem sua verdade. Que tal se aprendermos a ver com o olhar do outro? Assim, muitas discussões podem ser evitadas e muitos outros pontos de vistas podem até nos ajudar a entender melhor um determinado conceito. Ou seja, quando estamos abertos a escutar a opinião alheia, caso essa não seja algo muito antagônico, podemos aprender e ter melhores conclusões em nossas próprias questões e opiniões.

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O Apego

Sunset On The Beach

Estamos sempre apegados a algo. Pode ser à nossa carreira, relacionamento, ao carro, à aquele vestido MARAVILHOSO que saiu com descontão, ao intervalo do almoço, etc. Sempre há algo que gostaríamos ter “pra sempre”. Buscamos desfrutar daquilo que nos interessa de forma “eterna” e quando “acaba”… vem um sofrimento. Às vezes temos amizades que vem e vão, assim, sem uma justificativa aparente (o que dificulta mais ainda a lidar com o desapego dessa amizade). Tem relacionamentos que parecem durar até que possamos aprender algo. Tem vezes que estamos apegados à nossa condição financeira e quando vem uma crise, um sofrimento intenso a acompanha. Sempre há algo que nos apegamos, seja lá que algo ou situação for, mas sofremos (muitas vezes além da conta) quando aquilo que nos apegamos se vai.

Lidar com o desapego não significa deixar de valorizar aquilo que temos. Apenas não deixar que o objeto, pessoa ou situação seja visto como eterno, pois nada é eterno. A impermanência é uma realidade. Como eu gostaria que meus avós fossem eternos. Há tantas coisas que gostaria de contar para eles, mas eles se foram e só restou a saudade. Na época de minha avó (2009) eu cheguei a me sentir “amputada” com sua partida. Como se minha vida não tivesse mais sentido. Mas essa dor foi dando espaço para a saudade e hoje sei que sua partida foi no momento certo. Quatro anos depois foi a vez de meu avô. Neste caso, eu já havia aprendido a lidar melhor com o “apego/desapego” daqueles que amamos e reagi de outra forma. Fiquei muito triste, mas não sem rumo. Fiquei com uma saudade imensa, mas dei espaço à gratidão por ele ter feito parte de minha vida. Tive apego também em amizades, e quando mudava de cidade, vinha a dor da distância. Tive apego ao meu corpo de 20 anos e, aos 40, ele não mais existe. Tudo bem. Agora é o momento do corpo dos 40, o de 20 teve seu momento. Passou. Tive apego a tantas coisas e hoje, ao olhar para trás, não sinto que perdi e sim que o momento se foi e outros virão.

Não se apegue tanto a algo ou situação. Aproveite o momento e entenda que tudo tem um porquê. Talvez hoje você não tenha a resposta, mas pode ter certeza que saberá lidar com cada perda, na sua velocidade, no seu tempo. Lembre-se… tudo passa, mas outros momentos virão. Pessoas se vão por ser o momento delas (ciclo da vida), amizades mudam porque nossos caminhos também mudam. Objetos quebram, são roubados ou perdidos, porque já cumpriram sua finalidade.

Uma excelente manhã a todos (sem apegos exagerados)…

Mariza Matheus

Imagem: Bobby Mikul (Public Domain Pictures)

Geração WhatsApp

Já repararam que as pessoas, hoje em dia, andam olhando pra baixo? Quer dizer, andam olhando para o celular. Na verdade, não vejo esse comportamento apenas nas ruas. Percebo também nos restaurantes, no metrô, em sala de aula, etc. Até durante consulta eu vejo paciente (mais adolescentes) checando o celular depois de um aviso sonoro típico. Pergunto se é algo urgente que não pode esperar e escuto que “são apenas mensagens” e assim a consulta segue, sendo interrompida por alguns “fififiFIfi”.

As pessoas não enxergam mais! Não reparam mais no que está em sua volta. Não sabem mais os assuntos que são abordados. Fico preocupada com tanta comunicação tecnológica e menos conversa ao vivo, menos olho no olho, sabe? Menos contato humano. Nossa geração WhatsApp nos faz mais íntimos do celular e não das pessoas. Já vi no Facebook um perfil onde dizia ter um “relacionamento sério com o celular”.

Estamos tão apegados à tecnologia que se formos assaltados e levarem nosso celular é como se levasse TUDO que temos. Será? Sei que não posso generalizar, mas o que está acontecendo com as relações interpessoais? Esses dias escutei uma jovem relatar que prefere conversar pelo WhatsApp do que ao vivo, pois se cansar, é só mudar para outro grupo e “fingir” que está ocupada. Como assim? Fingir fazer algo para continuar fazendo nada?

Acho esse aplicativo interessante e pode ajudar muito, se for bem aproveitado. Quando viajo, meus pacientes me encontram rapidamente. Converso com minha irmã e meu marido sempre que quero dividir algo que acredito ser importante com eles. Atualizo-me com assuntos dos meus estudos com facilidade e rapidez. Mantenho meus contatos profissionais em dia. Mas, por outro lado,  não quero saber do ódio que as pessoas têm do governo a cada 5 minutos ou das intermináveis mensagens “genéricas” sem fundamento. Vamos usá-lo a nosso favor e não contra nossa paciência!

E o que são estes grupos do WhatsApp? Fui colocada, repito, foi colocada em grupos que nem pedi para entrar! Infinitos bons dias  automáticos que literalmente cansam a paciência. São muitas mensagens e muitas sem sentido ou políticas/religiosas. Frases motivacionais acompanhadas de muitas “palminhas” mas sem conversas propriamente ditas. Estamos nos comunicando sem assunto. Estamos escrevendo sem ler o que o outro escreve. Estamos vazios… mas repletos de mensagens.

E o que acontece em nossa volta? Não sabemos, pois estamos olhando pra baixo.

Um excelente dia a todos…

Mariza Matheus

Obesidade e Autoestima

Aqui temos uma dupla que exige certos cuidados. Alimentar-se em demasia pode trazer  consequências danosas ao corpo. A obesidade traz risco de aumentar doenças cardiovasculares entre outras doenças.   Porém, não se prenda a padrões sociais, pois estes são muito rígidos e nem sempre justos. Não vincule seu peso a autoestima, pois com uma boa autoestima você não vai se abalar com o fato de estar ou não acima do peso. Enfim, aqui entra a questão que vai muito além do peso, o amor próprio.
Precisamos sempre do equilíbrio. Assim, devemos todos cuidar da alimentação. Quando não estamos nos sentindo bem com nosso corpo, isso reflete na autoestima e podemos usar a comida como fuga. Muitas pacientes com obesidade se isolam do convívio social por não se sentirem bem com elas mesmas. Nem todas pessoas obesas são infelizes com o corpo, mas muitas mulheres obesas fazem de seus quilos extras uma ruminação mental de autodepreciação que é impossível não impactar negativamente em sua autoestima. Eu já ouvi relatos de mulheres com peso acima da média se sentirem inferiores às demais, por outro lado, tive pacientes obesas muito bem com elas mesmas e com uma ótima autoestima. Neste último caso, elas não deixam o peso influenciar na autoestima, sabe por que? Por se amarem e se aceitarem. Essa atitude é sinal de quem tem boa autoestima. Quem tem boa autoestima tem atitude. Quem tem atitude sabe se amar. E quem sabe se amar… saberá receber amor também.
Assim, podemos concluir uma boa autoestima faz muita diferença na vida de uma pessoa, com ou sem obesidade. Então, não use desculpas para não se amar, ok? Ame-se em primeiro lugar pois assim não tem como deixar de ser bela!
Uma excelente autoestima a todos!
Mariza

A Era do exibicionismo?

Atualmente quase todas as pessoas que usam a internet tem um contato em redes sociais. Sei que não posso generalizar, mas é muito mais comum você encontrar alguém que tem uma conta no Facebook. Eu mesmo acesso meu Face todos os dias, não posso mentir. Acho que tenho até um vício na net. Mas confesso que fico insegura ao me expor tanto, para isso prefiro expor meus hobbies e me preocupo com o impacto que isso pode causar (em ser cansativa, por exemplo).

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Em que época você vive? No futuro, passado ou presente?

Não tem como escaparmos do tempo. O tempo segue para todos nós. Estamos, infelizmente, reféns do tempo. Vivemos em uma época em que o tempo se mistura em mundo virtual e real. Não sabemos mais aproveitar o agora e criamos uma realidade paralela daquilo que desejamos ser ou ter, sem o insight de apreciar as conquistas do presente.

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Postura de vítima não leva a nada

Nesta postagem eu vou dar um puxão de orelha naquelas pessoas que se fazem de vítimas. Algumas não tem noção que fazem esse papel (é uma atitude inconsciente), já outras, utilizam a vitimização para manipularem relações.

Primeiro, não tenha DÓ DE VOCÊ! Por mais que a vida não esteja lá essas coisas, sua vida afetiva está pior que novela mexicana e seus amigos parecem mais uma nota de 3 reais, tente se enxergar como alguém que VAI SAIR DESSA FASE. Tudo passa! Mesmo quando pensamos que a maré não está pra peixe, tudo passa!

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Autoboicote

“Não consigo.”
“Não adianta.”
“Comigo sempre dá errado”.
“Acho que não mereço ser feliz.”
Blá, blá, blá…
Já sentiram o drama, não?

Infelizmente tem MUITAS PESSOAS que repetem essas frases como se fossem mantras.

MUDE ESSE PADRÃO!

Quando eu repito a mim mesma que não vou conseguir fazer algo, estou reforçando um crença negativa, portanto, posso não dar meu máximo e, consequentemente, comprovar esse meu padrão negativo.

Comece tirando essas frases de seus pensamentos. Não será fácil, principalmente se você estiver acostumado a repetir tais frases. Leva tempo, mas é possível sim mudar um padrão de pensamento. Continue reading »