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Desafio do Diário da Autoestima (1)

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Hoje gostaria de fazer um desafio para você. Não será fácil, pois ressaltar as qualidades é o que muitas pessoas não fazem. Aqui não é para você “ficar metida(o)” e sim mudar o foco do olhar dos defeitos para as suas qualidades. Todos nós temos qualidades, mas estamos acostumados a enxergar aquilo que não gostamos em nós mesmos. Participe!

Assista o vídeo abaixo e deixe seu comentário! Muito obrigada!

Ah, estou no Instagram também @diarioautoestima. Continue reading »

Beleza X Autoestima

Mãos

Há algum tempo escrevi um texto sobre beleza e autoesitma (“Eu sei que sou feia“). Esse texto repercutiu bem no blog anterior mas, por outro lado, vi o tanto que a beleza é uma característica “fundamental” na nossa sociedade. Hoje, um leitor escreveu um comentário sobre sua experiência. Sei que é “fácil” pedir para se valorizarem e tentarem ressaltar suas qualidades. Mas como uma pessoa se sente quando seu ambiente a descrimina por sua aparência? Parece-me que o bullying é muito frequente, mesmo no mundo adulto. Gostaria de ter o “poder” de eliminar o preconceito, na cabeça de pessoas ignorantes, apenas com um texto. Mas, infelizmente, isso não é possível. Pessoas que se acham feias passam por situações constrangedoras diariamente, são julgadas e, portanto, podem apresentar baixa autoestima. E com baixa autoestima, maior o sentimento negativo sobre si mesmo.  Mas será que devemos julgar o outro por este não ter os padrões de beleza que a sociedade impõe? Uma pessoa que se sente excluída ou diferente das demais tem sua autoestima fragilizada e, em alguns casos, isolam-se ou até perdem a alegria de viver.

Já teve momentos em minha vida que me achei feia sim. Começou quando eu entrei na adolescência. Sentia-me diferente das outras garotas, que já estavam com corpo de mulher e eu ainda de menina. Depois encontrei inúmeros defeitos que só me deixavam mais retraída. Quando recebia um elogio eu não acreditava, achava que a pessoa só falava da boca para fora, não sentia sinceridade. Com o tempo fui me vendo de outra forma. Percebi, no meu caso, que a beleza estava relacionada também com atitude. Minha autoestima estava mais fortalecida e minha visão sobre mim mesma também mudara. Sei que cada caso é um caso, mas tente se ver de outra forma também. Valorize-se! Não deixe que julgamentos alheios destruam sua autoestima, sua essência. Não perca a alegria de viver por causa de padrões rígidos e estabelecidos de uma sociedade cheia de preconceitos. Você, eu, nós todos merecemos e devemos respeito!

Uma excelente noite a todos,

Mariza Matheus

Foto: George Hodan (Public Domain Pictures)

Ciúmes na relação afetiva

1Você é do tipo supermegaciumenta? Ou tem um ciúme tipo “cuidado” na relação?

Ou ainda você pode ser do tipo que não sente ciúme algum do seu cônjuge e mesmo assim gerar um “estresse” na relação.

Como será se relacionar com pessoas de diferentes tipos de ciúmes? O primeiro que citei é o tipo de ciúme patológico onde o outro passa ser uma posse do ciumento. Nesse tipo de relação a parte que sofre do ciúme de seu parceiro(a) não consegue ter individualidade. Neste caso, é difícil manter um relacionamento sadio. Chamamos de relacionamento destrutivo, onde um tenta, a todo custo, controlar a vida do outro. Quem consegue ser feliz nesse tipo de relação? Nenhum dos dois, provavelmente. Você conseguiria? Já passou por um relacionamento assim? Já atendi tantos casos de ciúmes patológico e nenhum conseguiu levar para frente seu relacionamento, devido ao grande estresse gerado. Houve muito desgaste e ambas as partes saíram machucadas e traumatizadas. Geralmente, o indivíduo que sente o ciúme patológico só procura ajuda depois de muitas perdas. O ciumento patológico sofre muito e vive num inferno mental de medos e angústias. Sua autoestima afunda à medida que o ciúme aumenta. Muitos crimes passionais são causados por ciumentos patológicos graves, pois a perda é algo insuportável e inadmissível. É claro que não posso generalizar, pois nem todo ciumento patológico é um “assassino potencial”, mas as chances dele(a) fazer algo que se possa arrepender é grande.

Mas há outro tipo de ciúme, um considerado “normal” perante olhares das pessoas. Onde um cuida do outro e teme, assim, perdê-lo quando se sente “ameaçado”, mas sem paranoias ou controles. Neste caso não há impedimento do outro viver sua individualidade, mas há certa insegurança por parte daquele que sente ciúme. Muitas vezes a outra parte sente-se lisongeada e amada quando percebe seu amado com ciúme, mas quando esse ciúme passa a ser frequente, há também um desgaste na relação. Tudo tem que ter um equilíbrio. Diferente do primeiro caso, que precisa de um acompanhamento profissional (psicoterapia e medicamentos), este ciúme pode ser resolvido entre o casal. Talvez a parte que tem o ciúme está mais fragilizada e insegura ou até com baixa autoestima. Seu conjuge deve compreender  e conversar com sua(seu) parceira(o) e tentar buscar resgastar a confiança que possa ter sido rompida. Aqui, o acolhimento é fundamental. Não adianta diminuir aquele que se sente inseguro e sim, mostrar-lhe que o elo entre casal é maior que qualquer ciúme.

Mas e quando seu conjuge não sente ciúme algum? Neste caso, há pessoas que não se sentem amadas e passam assim a ficar inseguras e, consequentemente, podendo levar um comportamento ciumento no outro. Para deixar mais claro: um casal onde um não sente nenhum ciúme, pode (veja bem, pode) levar uma sensação de desamparo no outro.

Bom, tudo tem que ser na medida certa. Um ciúme pode ser um tempero ou um veneno e a falta dele pode ser uma tranquilidade ou um sentimento de abandono afetivo no outro. Equilíbrio sempre! Não é fácil, eu sei, mas é preciso sempre cuidar de sua relação de forma madura e sincera.

Um excelente dia a todos (com muito respeito entre os casais)…

Mariza Matheus

Relacionamentos Destrutivos

Foto: George Hodan
Vou começar essa postagem com uma história que, infelizmente, representa milhares de mulheres.
“Era uma vez uma jovem romântica e estudiosa. Essa jovem tinha muitos sonhos e queria ter uma família e carreira. Um dia, uma amiga lhe apresentou um rapaz muito bonito, simpático e muito, mas muito educado. Logo eles começam um namoro. Cheio de galanteios, esse rapaz a encanta cada dia mais. Sim, ele parecia ser aquele grande amor de sua vida. Ela chegou a acreditar que teve sorte de conhecer “o amor de sua vida”. Assim, mesmo no começo do relacionamento, ela soube que eles foram feitos um para o outro. Porém, em pouco tempo de namoro ele começa a se mostrar. De um rapaz encantador, passa a encenar esse papel apenas quando estão entre os amigos, pois a sós ele se mostra verdadeiro, sem máscaras, um homem bravo, impaciente e que a humilhava. Essa jovem então pensa em terminar a relação, mas ele chora, sofre e promete que nunca mais vai tratá-la mal. Presentei-a com os mais caros mimos, idas a restaurantes e carinhos. Como deixar o príncipe escapar se ele se mostra arrependido? Foi assim que ela pensou. Infelizmente esse arrependimento durou pouco e logo as humilhações voltaram, mas desta vez piores, envolvendo até agressões físicas. A jovem chega a pensar que ela possa ter provocado tal “ciúme excessivo” e tenta a todo custo ser “mais compreensiva e “não provocá-lo”, pois ela entendeu que usar roupas curtas ou conversar com as amigas pode ser ruim para o relacionamento. Ela não queria deixá-lo bravo. O tempo passa e ela se anula cada vez mais, ao ponto de perder sua identidade. A jovem reconhece que está num relacionamento doentio, mas mesmo assim não consegue sair dele. Tem medo. Está perdida. A jovem mistura anulação e dependência com amor. Essa jovem vive assustada, com medo da reação dele no dia, pavor da reação dele se ela for embora. Agora está totalmente perdida e apavorada, mas não sabe o que fazer. Essa jovem já não se sente jovem…”

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Postura de vítima não leva a nada

Nesta postagem eu vou dar um puxão de orelha naquelas pessoas que se fazem de vítimas. Algumas não tem noção que fazem esse papel (é uma atitude inconsciente), já outras, utilizam a vitimização para manipularem relações.

Primeiro, não tenha DÓ DE VOCÊ! Por mais que a vida não esteja lá essas coisas, sua vida afetiva está pior que novela mexicana e seus amigos parecem mais uma nota de 3 reais, tente se enxergar como alguém que VAI SAIR DESSA FASE. Tudo passa! Mesmo quando pensamos que a maré não está pra peixe, tudo passa!

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Diálogo interno da baixa autoestima

Esse é um diálogo interno de quem não se valoriza. Faz tudo por aqueles que não a enxerga, incapazes de valorizar o outro. Faz tudo pelos egoístas e ainda anula-se constantemente. Pensa ser incapaz de ser amada, mas, na verdade, é incapaz de amar a si mesma e acaba buscando valor naqueles que não valorizam ninguém. Acreditam que o MUNDO está feliz e que é rodeada pelo azar. Acabam se fazendo de vítima sem perceber.

Busque estar perto das pessoas que ENXERGAM E VALORIZAM os outros. Não busque uma migalha, pois você merece um banquete. Corra atrás da sua felicidade, pois ela pode estar aí, bem pertinho de você. Na verdade, a sua felicidade está dentro de você, mas sua baixa autoestima a escondeu de você mesma. Pense nisso…

Uma excelente noite a todos (cheia de amor próprio)…

Mariza

Segredo para uma baixa autoestima

01/10/11 – Meu querido diário…

Hoje pensei nele pela milésima vez. Me pesei e engordei 3 Kg!!!!! Continuo ansiosa. Me olho no espelho e me acho horrorosa. Ele começou a namorar outra e nunca mais me procurou. Minhas amigas estào todas namorando. Meu chefe está um saco! Minha mãe só pega no meu pé. Meu cartão de crédito está bloqueado e meu jeans se recusa entrar em mim! Só tenho amigos falsos, e ninguém me entende…O que eu faço?

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