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10 emoções positivas que vão fazer a diferença em sua vida (Psicologia Positiva)

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Imagem: Public Domain Pictures (Anna Langova)Já ouviu falar em psicologia positiva?  A psicologia positiva é um movimento crescente e muito estudados por terapeutas em todo o mundo. Segundo os pesquisadores Sheldon & King (2001), trata-se de uma visão mais aberta e apreciativa dos potenciais , das motivações e das capacidades humanas, enfatizando mais a busca pela felicidade humana do que o estudo das doenças mentais. (Fonte: Wikiédia)

A busca pela felicidade vem desde a Grécia Antiga e, desde então, é um assunto cada vez mais frequente em diversos profissionais nas áreas de psicologia e psiquiatria. Muitos profissionais da área de saúde já foram criticados duramente por focarem seus estudos apenas nas doenças mentais ao invés tentarem focar na sanidade mental. A psicologia positiva muda esse foco justamente trabalhando a questão da sanidade do indivíduo. Continue reading »

Feliz Dia do Amigo!


Amizade é um amor que nunca morre (Mário Quintana)


amigos

Acredito que os amigos são aqueles familiares que escolhemos nessa vida. Não sei o que seria da minha vida sem um amigo. Escuto muitas pessoas dizendo que não dá para ter amigos por acreditarem que todo mundo é falso. Não generalize, pois por mais decepções que você tenha tido no passado, não significa que amigos verdadeiros não possam fazer parte de sua vida. Abra-se! Experimente esse amor que nunca morrerá.

Agradeço a todos aqueles que fizeram ou fazem parte de minha vida. Sinto-me privilegiada por amigos tão especiais.

Com amor…

Mariza Matheus

 

Dicas de Leitura (2)

Livro - Para Que o Amor Aconteça - Deixe as Ilusões de Lado e Transforme Sua Vida Afetiva

Para Que o Amor Aconteça (Ceci Akamatsu)

Um livro com linguagem simples e fácil. Leitura rápida e gostosa. Gostei desse livro, pois aborda muitos temas do cotidiano das pessoas e seus boicotes. Acredito que um primeiro passo para entendermos nossas perdas é reconhecer e trabalhar em nossos boicotes. O texto do livro não faz do “sofrimento” algo vitimizado, ou seja, o leitor não será tratado como vítima e sim a buscar ferramentas para melhorar alguns comportamentos que levaram às suas dificuldades nos relacionamentos. Não tem muitas teorias, mas também não é do tipo de livro que vende “fórmulas do sucesso afetivo”. Recomendo.

O preço varia muito, então, pesquise bem! Encontrei preços que variam entre 18 a 32 reais.

Informações Técnicas: Continue reading »

O ciclo da vida (relacionamentos)

AmorTodo mundo sabe que ao se relacionar com alguém é preciso paciência e tempo para “ajustar” as personalidades e diferenças. No início tudo parece perfeito, lindo do tipo amor eterno. Mas, com o tempo, percebemos que também não somos perfeitos. Como assim? Nós não somos perfeitos? Também não somos 100% da idealização do outro e nem por isso deixamos de ser interessantes. Por que a perfeição do tipo “comercial de margarina ou fotos do Facebook” tem que ser o objetivo principal da relação? Relacionar-se é estar com o outro, aprender e crescer. Continue reading »

Qual a pessoa ideal para se relacionar?

Ontem estava conversando com uma amiga quando questionamos a respeito de relacionamentos. Acredito que todos aqui já se decepcionaram no quesito “namoro”, não? Se você é do tipo “sortudo(a)” e casou-se com a primeira namorada(o) e está muito feliz… excelente! Mas se você é como nós, meros mortais, que já fez escolhas erradas no lado afetivo… bem vindo ao clube!

Brincadeira à parte, lamentar-se adianta? Não! Então vamos parar e refletir: qual é a pessoa ideal?

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Dificuldade de se envolver nos relacionamentos atuais

Flowers

Escuto diariamente sobre os relacionamentos e suas complexidades. Todo mundo sabe que não é fácil se relacionar com uma pessoa sem ter que lidar com as diferenças de opiniões, culturais, familiares, crenças, etc. Encontrar alguém 100% compatível com o mesmo “pensar” é uma utopia. Os opostos se atraem? Não acredito nisso. Acho que as semelhanças sim fazem aumentar as chances de um relacionamento dar certo. Mas as diferenças, por outro lado, dão um sabor todos especial na relação (isso quando sabemos lidar com elas). Hoje pela manhã, abri meu computador e naveguei em alguns sites conhecidos. Todos eles anunciavam sobre o fim de um relacionamento de um ano de um cantor famoso. Essa notícia não me chamou atenção alguma, pois não tenho nada a ver com a vida dele. Mas, numa rede social, essa notícia parece ter viralizado. Por curiosidade, abri para ler somente os comentários e saber como as pessoas pensam ou “pitacam” na vida alheia. Muitos, mas muitos dos comentários eram de cunho pejorativo questionando sua orientação sexual.  O fato deste cantor ter tido vários insucessos nos relacionamentos passava a ser “patognomônico” de que algo “errado” acontece com ele. Como se ele não pudesse terminar mais nenhum relacionamento, pois teria que “assumir” um problema mais sério. Bobagem! Cada um decide com quem quer continuar ou não a se relacionar.

Mas, por outro lado, penso também nos relatos que escuto no consultório sobre as dificuldades em se relacionar com alguém. Percebo que naqueles pacientes mais velhos (de gerações mais antigas) lidam de forma diferente da geração mais nova. Os mais velhos toleram mais as diferenças conjugais e tentam se adaptar à situação. Já a geração atual, parece ter uma dificuldade maior com isso. Bom, dificuldade ou vontade maior em ser feliz. Não é fácil dizer o que acontece com nossa sociedade, mas que há uma diferença nos relacionamentos atuais isso é nítido. Parece que os mais novos toleram menos essas diferenças e logo se “desconectam” da pessoa, partindo assim, para novos relacionamentos. Até a forma de se conhecer uma pessoa mudou. Antes éramos apresentados a alguém, o flerte acontecia, o pedido de namoro, noivado e, por fim, o casamento. Hoje tudo é mais dinâmico. Você pode baixar um aplicativo de paqueras no seu celular e encontrar (em poucos segundos) uma lista de pretendentes. Você conhece seu pretendente no momento em que inicia “algo” e passa pelas etapas com uma velocidade que não acompanha o ritmo dos sentimentos. Então eu questiono: será que temos dificuldade em nos envolver ou estamos iniciando relacionamentos onde não há, desde o início, possibilidade de envolvimento? Será que nossa tolerância diminuiu ou não estamos mais dispostos em “perder tempo” com a pessoa (supostamente) errada? Confuso, não? Esse é o nosso mundo atual, dinâmico, rápido e… complexo.

Um excelente final de semana a todos…

Mariza Matheus

Imagem: George Hodan (Public Domain Picture)

Não permita que NINGUÉM decida quem você deve ser.

Salto

O mundo de hoje está cada vez mais cheio de regras. É impressionante como as pessoas podem ser excluídas em decorrência de pensamentos diferentes, por terem religiões diferentes, cor diferente, sexualidade… diferente.

Ser diferente não significa deixar de ser digno. Como alguém se sente no direito de te tratar mal só por que você tem escolhas diferentes? Precisamos de mais tolerância nesse mundo! O fato de uma pessoa ser negra, por exemplo, não difere em nada em sua essência. Todos somos iguais! Não acredita nisso? Veja um esqueleto humano e tente saber se era de um negro, japonês, judeu, católico, budista, homossexual, de um chato, de uma pessoa legal, etc… Nosso esqueleto é igual!!!! Somos iguais, mas com opiniões diferentes. E daí??? Qual o problema se eu gostar da cor roxa e você da laranja? Devemos brigar por isso? Devemos acabar com uma amizade por pensarmos diferente em algum aspecto?

Estou cada vez mais decepcionada com o ser humano… Ligar a televisão ou internet e ver o tanto de barbaridade que está acontecendo diariamente e bem perto de nós! Sei que, felizmente, há muitas pessoas distintas e com mentes abertas, mas um outro número de pessoas cresce e estes, com rigidez de pensamento e conceitos arraigados são os mesmo que apontam o dedo querendo determinar como você deve ser. Seja você mesmo! Alimente sua essência com bondade e evite influenciar-se por pessoas com mentes pequenas (julgadoras). Entenda que somos irmãos, vivendo na mesma época e, talvez, com missões semelhantes: fazer o bem.

Não vamos julgar as pessoas, pois o que importa, na minha opinião, é a bondade que se tem no coração, a capacidade de ser generoso e saber espalhar amor neste mundo tão sem afeto.

Uma excelente noite a todos, sem preconceitos ou julgamentos.

Mariza Matheus

Foto: por Anna Langova

“Hoje, quando me olhei no espelho, gostei do que vi.”

AutoestimaEssa foi a frase de uma querida paciente. Ganhei meu dia quando percebi melhora em sua autoestima. Acredito que devemos, com cara amassada ou não, amar a nós mesmos. Não espere um elogio alheio para só então você “tentar” reconhecer seu valor. Independentemente de como acordamos, se estamos inchadas ou não, com mais ou menos rugas, precisamos enxergar além, muito além. Olhar-se para o espelho e gostar do que vê é um bálsamo para a autoestima. Não somos robôs onde a aparência é estática, somos humanos. Você pode até pensar que no “seu caso” é diferente, pois você nunca se achou bonita. Então, cara leitora, passe a se valorizar! Ressaltar seus defeitos não vai trazer nenhum benefício a você, pelo contrário.  Continue reading »

Amor Romântico X Amor Genuíno

Confesso a vocês que demorei a entender o significado do amor genuíno. Eu sempre fui “apegada” ao romantismo como prova de que realmente estava amando alguém. Mas, na verdade, eu estava com amor de menos a mim e precisa do outro para suprir um vazio que só eu poderia preencher. Minha imaturidade não deixou eu enxergar a diferença entre os dois tipos de amor. Foram muitos aprendizados acompanhados de lágrimas. Chorei desnecessariamente tantas vezes. Mas tudo passou e logo eu percebia que minha dor não estava ligada a um “amor” e sim à perda, mais uma vez, de uma idealização.  Um sonho idealizado frustrado. Um vazio cada vez mais profundo. Mas tudo passa… tudo passou. Continue reading »

“Já tenho quase 30 anos e ainda não me casei!”

Essa frase escutei de uma amiga muito especial. Uma mulher linda, inteligente e gentil. Por que esse medo? Muitas mulheres têm esse medo. Deixa eu repetir: MUITAS MULHERES CARREGAM ESSE MEDO!

 

Escuto relatos de mulheres inteligentes, bonitas, bem sucedidas, com queixas de que estão ficando “pra titias” e um medo crescente de que vão “falhar” nesta área. Há dois anos escrevi um texto sobre “Eu sei que sou feia” e a maioria dos comentários eram de mulheres com mutia baixa autoestima e colocando o fator “beleza” como prioridade para ser feliz. Primeiro, beleza é relativo, pois o que é bonito para mim não significa ser bonito para você. Agora vamos concordar que uma mulher que se ame e se valorize é sim um sinal de beleza. A beleza é composta por um conjunto, como o físico, o mental, os gestos, etc. Se você não tem a cara da Gisele Bündchen, saiba que muitas, mas muitas mulheres também não se parecem com ela e nem por isso não são bonitas.

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