Pense em um tigre branco (PNL)

FacebookTwitterGoogle+Compartilhar

PNL exercício

O texto acima pode ter trazido experiências diferentes para você. Pode ter sido cansativo, por eu ter escrito muitas vezes a palavra tigre ou pode ter sido uma experiência interessante, com sensações de aperto no peito contrapondo com vontade de proteger. Cada pessoa vai interpretá-lo de uma maneira diferente. Somos assim, únicos. Voltando ao texto, quantas vezes eu escrevi a palavra tigre?

Se você voltou nos negritos/itálicos e os contou, deve ter percebido que foram mais de 10 palavras. Você visualizou o tigre? Provavelmente sim, pois “martelei” essa palavra excessivamente na sua mente, quer dizer, texto. É assim que funcionamos quando ruminamos um pensamento. Se você “martelar” um pensamento inofensivo em sua mente (ex: tigre filhote) não vai te trazer sensações desagradáveis no corpo, o contrário de ruminar pensamentos agressivos, melancólicos ou destrutivos. O que acha que seu corpo irá sentir? Com certeza sensações desagradáveis como medo, angústia, palpitação, etc.  Mas há momentos da vida que não conseguimos evitar tais pensamentos negativos, pois os problemas  estão “chovendo” e estamos perdidos. Então, que tal colocar um filtro? (ex: vidro entre você o “tigre”). Sei que não é fácil mudar um padrão de pensamento negativo para o positivo assim, num piscar de olhos. Leva tempo pois estamos quebrando um padrão que pode ser antigo em nossa mente. Mas você pode começar colando um filtro entre você (te protegendo) e o que te angustia. Depois, tente mexer com esse “problema” tornando-o “inofensivo” (tigre filhote). Denominamos isso de “mexer com submodalidades do pensamento. Infelizmente fazemos o contrário, pegamos o problema e o transformamo em monstro, muito maior do que a realidade. Parece estranho brincar com as imagens na mente? Sim, mas funciona. Tente! Bom, você tentou no texto acima e o que você percebeu?

Uma excelente quinta a todos (cheia de tigres filhotes pedindo um afago)…

Mariza Matheus

 

OBS: escrevi este texto baseada em aprendizados que tive com estudos em PNL (Programação Neurolinguística) e experiência com meus pacientes.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>