Category Archives: Autoestima

Fazendo a diferença (1)

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Faça o seu melhor desde o início!

Adoro ler. Estou sempre com um livro em mãos. Uma coisa que tenho em mente, desde muito novinha, é que quando algo que li pode ajudar alguém eu vou passar para frente. Então, colocarei aqui no Diário uma série de imagens (com a referência de onde as tirei) que possam fazer a diferença no seu dia. Espero que gostem!

Foto de Diário da autoestima.
Fonte: livro “Historias e Fábulas” de  Albigenor e Rose Militão.

Por que julgar o outro pela aparência?

rp_1.jpgSó quem já foi julgado sabe como é constrangedor ser desvalorizado pela a aparência. Recebo relatos sobre tal situação e sempre fico indignada, pois já devíamos ter evoluído, não? O ser humano ainda se prende a padrões mesquinhos (na minha opinião) e se sente no direito de julgar o próximo em decorrência de  sua cor, raça, cultura, por ter um nariz fora do padrão, por ser baixo demais, alto demais, muito magro, muito obeso, etc. Basta ser diferente de um padrão estabelecido por uma sociedade rígida que logo alguém é julgado. É como se a pessoa fosse errada por ser diferente. Diferente do quê? Quem determina como devemos ser? O mundo é tão grande e cheio de diversidade que isso sim é o normal. Por que não podemos enxergar o outro apenas por sua essência?

Recentemente, vi uma postagem no Facebook que achei muito interessante. Neste postagem havia vários esqueletos e, abaixo de cada um, uma legenda (negro, branco judeu, católico, mulher, homem, magro, obeso, etc). Somos todos iguais. Pronto! Agora cabe cada um de nós respeitar o próximo. Não adianta ficarmos indignados com quem julga se nossa mente é preconceituosa! Vamos fazer a nossa parte. Um primeiro passo seria tratarmos todos da mesma forma, pois, ao sentirmos realmente que somos iguais uns aos outros, agiremos como tal.

Não julgue! Lembre-se que atrás de um julgamento tem alguém que sofre as consequências.

Um mundo melhor com pessoas melhores para todos nós…

Mariza

Beleza X Autoestima

Mãos

Há algum tempo escrevi um texto sobre beleza e autoesitma (“Eu sei que sou feia“). Esse texto repercutiu bem no blog anterior mas, por outro lado, vi o tanto que a beleza é uma característica “fundamental” na nossa sociedade. Hoje, um leitor escreveu um comentário sobre sua experiência. Sei que é “fácil” pedir para se valorizarem e tentarem ressaltar suas qualidades. Mas como uma pessoa se sente quando seu ambiente a descrimina por sua aparência? Parece-me que o bullying é muito frequente, mesmo no mundo adulto. Gostaria de ter o “poder” de eliminar o preconceito, na cabeça de pessoas ignorantes, apenas com um texto. Mas, infelizmente, isso não é possível. Pessoas que se acham feias passam por situações constrangedoras diariamente, são julgadas e, portanto, podem apresentar baixa autoestima. E com baixa autoestima, maior o sentimento negativo sobre si mesmo.  Mas será que devemos julgar o outro por este não ter os padrões de beleza que a sociedade impõe? Uma pessoa que se sente excluída ou diferente das demais tem sua autoestima fragilizada e, em alguns casos, isolam-se ou até perdem a alegria de viver.

Já teve momentos em minha vida que me achei feia sim. Começou quando eu entrei na adolescência. Sentia-me diferente das outras garotas, que já estavam com corpo de mulher e eu ainda de menina. Depois encontrei inúmeros defeitos que só me deixavam mais retraída. Quando recebia um elogio eu não acreditava, achava que a pessoa só falava da boca para fora, não sentia sinceridade. Com o tempo fui me vendo de outra forma. Percebi, no meu caso, que a beleza estava relacionada também com atitude. Minha autoestima estava mais fortalecida e minha visão sobre mim mesma também mudara. Sei que cada caso é um caso, mas tente se ver de outra forma também. Valorize-se! Não deixe que julgamentos alheios destruam sua autoestima, sua essência. Não perca a alegria de viver por causa de padrões rígidos e estabelecidos de uma sociedade cheia de preconceitos. Você, eu, nós todos merecemos e devemos respeito!

Uma excelente noite a todos,

Mariza Matheus

Foto: George Hodan (Public Domain Pictures)

“Hoje, quando me olhei no espelho, gostei do que vi.”

AutoestimaEssa foi a frase de uma querida paciente. Ganhei meu dia quando percebi melhora em sua autoestima. Acredito que devemos, com cara amassada ou não, amar a nós mesmos. Não espere um elogio alheio para só então você “tentar” reconhecer seu valor. Independentemente de como acordamos, se estamos inchadas ou não, com mais ou menos rugas, precisamos enxergar além, muito além. Olhar-se para o espelho e gostar do que vê é um bálsamo para a autoestima. Não somos robôs onde a aparência é estática, somos humanos. Você pode até pensar que no “seu caso” é diferente, pois você nunca se achou bonita. Então, cara leitora, passe a se valorizar! Ressaltar seus defeitos não vai trazer nenhum benefício a você, pelo contrário.  Continue reading »

Por que cuidar da autoestima?

Autoestima é maneira como nos vemos neste mundo. Se buscarmos uma definição no dicionário (online), podemos definir autoestima como: característica de uma pessoa que valoriza a si mesma, dando-lhe a possibilidade de agir, pensar e exprimir opiniões de maneira confiante”. 

Cuidar a própria autoestima é cuidar de si mesmo. Ou seja VALE MUITO A PENA investir na melhora de sua autoestima! Você passará a comportar-se de maneira mais confiante e terá resultados positivos em sua vida.

Quando estamos com baixa autoestima, tendemos a fazer escolhas erradas, interpretações confusas dos acontecimentos e colocarmo-nos numa posição de inferioridade em diversos aspectos. Ver o mundo com um lente turva não nos permite enxergar a situação real. Assim, cabe a você identificar como anda sua autoestima e partir para a luta.

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Eleve sua autoestima com esse primeiro passo

Foto: Lisa Runnels

Não, não vou falar aqui sobre se embelezar ou pedir para você repetir várias vezes na frente do espelho “Eu sou bonita!”. Há infinitas técnicas para elevar autoestima. Muitas boas e outras… não tão boas assim, pois muitas são mais paliativas. A primeira coisa que devemos fazer é… valorizar nossa vida, seja esta com altos e baixos. Isso é normal. Não há como ficarmos sempre em alta. Os tombos acontecem e dão um novo aprendizado. Sei que não é simples, pois sofremos decepções e dores que marcam nossa vida. Mas, por outro lado, há momentos fascinantes que fazem a vida valer muito a pena de ser vivida.

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Que tal um desafio?

Estamos tão acostumados a sonhar grande que as pequenas coisas passam desapercebidas. Por exemplo: sonhamos em ter uma casa, um carro, um casamento, filhos, etc. E quando tais sonhos não se realizam, ficamos na espera, sempre na espera. Mas por que não intercalamos esses grandes sonhos (se é que posso denominar assim) com os pequenos? Na verdade, acredito que estes não são os grandes sonhos e sim os básicos. Aqueles que crescemos sendo orientados a sonhar e desejar. Mas e os outros sonhos nem tão clássicos? Você pode sonhar em aprender um idioma, aprender a cozinhar, a nadar (igual uma grande amiga que só aprendeu a nadar depois de seus 40 anos – sonho realizado! Parabéns!), pintar um quadro, correr uma meia maratona, ler um livro, plantar uma árvore, ou seja, um sonho entre tantos outros. Comece a sonhar!
Assim, desafio você a fazer uma lista de sonhos a serem realizados ainda este ano (2015). Topa?
Escreva nos comentários até 10 sonhos (grandes ou pequenos) que você deseja concretizar este ano. Por lançar esse desafio, começarei com minha lista. Preparados? Agradeço desde já àqueles que participarem deste desafio.

Meus 10 desafios de 2015:
  1. Perder 4 kg
  2. Ler mais 10 livros
  3. Fazer pelo menos mais 3 cursos
  4. Dar pelo menos uma palestra e/ou curso (na minha área – comportamental)
  5. Aulas de francês
  6. Entrar naquela calça jeans que está no meu armário (n 40)
  7. Fazer mais uma viagem (de folga)
  8. Correr 5K
  9. Aprender andar de patins
  10. Fazer um jantar para a família com meu aprendizado do curso de gastronomia
Bom, tenho muitos outros sonhos e deixo estes para registro aqui.
Uma excelente noite a todos (com muitos sonhos)…
Mariza Matheus
do Diário da Autoestima

Por que para muitas mulheres o sexo ainda é um tabu?

Ainda escuto de muitas mulheres que ainda não se sentem à vontade com o sexo, mesmo depois do casamento ou de um relacionamento estável. Há muitas razões para tal desconforto, pois o assunto “sexo” não é tratado da mesma maneira entre mulheres e homens.
Vamos voltar à infância. Quando vemos um menininho curioso com seu “pipiu”, logo o incentivamos a se conhecer, ou seja, não há nada de errado com um menino “descobrir” que é menino. Mas quando o mesmo acontece com a menina, ela recebe uma reprovação por “se tocar onde não se deve tocar”. Estou me referindo aqui à descoberta da criança e não à masturbação (que nesta fase de vida nem tem conotação sexual). A menina não pode se “descobrir”. Não deve ser curiosa. Quando o menino, já maiorzinho, diz que tem uma namoradinha no colégio, o que muitas pessoas dizem? “Que lindo! Isso mesmo, namore bastante! Já se a menina diz que tem um namoradinho, escuta que só pode pegar na mão ou para ter muito cuidado, pois os homens são todos iguais. Quando um rapaz adolescente perde sua virgindade ele logo é “coroado” com esplendor por seu amigos e até familiares, já a menina… escuta repressões ou adquire uma fama de “fácil”.  Vivemos em uma sociedade machista e isso fica claro quando se trata das diferenças na educação de gêneros. É claro que há diferenças no gênero, pois a violência é alta e o risco de uma gravidez precoce também é um fato, mas incentivar um e reprimir ou outro será o melhor caminho?

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Relacionamentos Destrutivos

Foto: George Hodan
Vou começar essa postagem com uma história que, infelizmente, representa milhares de mulheres.
“Era uma vez uma jovem romântica e estudiosa. Essa jovem tinha muitos sonhos e queria ter uma família e carreira. Um dia, uma amiga lhe apresentou um rapaz muito bonito, simpático e muito, mas muito educado. Logo eles começam um namoro. Cheio de galanteios, esse rapaz a encanta cada dia mais. Sim, ele parecia ser aquele grande amor de sua vida. Ela chegou a acreditar que teve sorte de conhecer “o amor de sua vida”. Assim, mesmo no começo do relacionamento, ela soube que eles foram feitos um para o outro. Porém, em pouco tempo de namoro ele começa a se mostrar. De um rapaz encantador, passa a encenar esse papel apenas quando estão entre os amigos, pois a sós ele se mostra verdadeiro, sem máscaras, um homem bravo, impaciente e que a humilhava. Essa jovem então pensa em terminar a relação, mas ele chora, sofre e promete que nunca mais vai tratá-la mal. Presentei-a com os mais caros mimos, idas a restaurantes e carinhos. Como deixar o príncipe escapar se ele se mostra arrependido? Foi assim que ela pensou. Infelizmente esse arrependimento durou pouco e logo as humilhações voltaram, mas desta vez piores, envolvendo até agressões físicas. A jovem chega a pensar que ela possa ter provocado tal “ciúme excessivo” e tenta a todo custo ser “mais compreensiva e “não provocá-lo”, pois ela entendeu que usar roupas curtas ou conversar com as amigas pode ser ruim para o relacionamento. Ela não queria deixá-lo bravo. O tempo passa e ela se anula cada vez mais, ao ponto de perder sua identidade. A jovem reconhece que está num relacionamento doentio, mas mesmo assim não consegue sair dele. Tem medo. Está perdida. A jovem mistura anulação e dependência com amor. Essa jovem vive assustada, com medo da reação dele no dia, pavor da reação dele se ela for embora. Agora está totalmente perdida e apavorada, mas não sabe o que fazer. Essa jovem já não se sente jovem…”

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