Amor Romântico X Amor Genuíno

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Confesso a vocês que demorei a entender o significado do amor genuíno. Eu sempre fui “apegada” ao romantismo como prova de que realmente estava amando alguém. Mas, na verdade, eu estava com amor de menos a mim e precisa do outro para suprir um vazio que só eu poderia preencher. Minha imaturidade não deixou eu enxergar a diferença entre os dois tipos de amor. Foram muitos aprendizados acompanhados de lágrimas. Chorei desnecessariamente tantas vezes. Mas tudo passou e logo eu percebia que minha dor não estava ligada a um “amor” e sim à perda, mais uma vez, de uma idealização.  Um sonho idealizado frustrado. Um vazio cada vez mais profundo. Mas tudo passa… tudo passou.

Uma vantagem em envelhecer, na minha opinião, é a chance cada vez mais frequente de ver as situações com outros olhos. Nada pode ser mais importante que um amor genuíno. Um amor que vem junto com o amadurecimento. Sem apegos.  Onde a vontade de ver o outro feliz é comemorada a cada instante. Não preciso mais do outro para definir quem eu sou e sim para somar numa jornada de trocas e aprendizados. Deixo  o outro ser livre para ser feliz e também compartilho dessa felicidade estando ao seu lado. O outro não é meu apego nem minha posse. Mas, como é citado no vídeo, o outro não é para me preencher e sim para andar lado a lado. Só conheci o amor genuíno mais velha e fico grata que esse tipo de amor seja tranquilo, gostoso e sem cobranças. Sou feliz comigo mesma e continuo feliz com meu amor… genuíno ao meu lado.

Assistam esse vídeo e tirem suas próprias conclusões. Foi uma boa surpresa hoje acordar e ver esse vídeo compartilhado na linha do tempo de uma querida amiga. Obrigada Rosana!

Um excelente dia a todos (cheio de amor genuíno)…

Mariza Matheus

Entrevista de Jetsunma Tenzin Palmo sobre como o romantismo faz confundir amor genuíno com apego — e como isso causa sofrimento nas relações.

I confess to you that I didn`t understand the meaning of genuine love. I’ve always been “attached” to romanticism as proof that I was really in love with someone. But, in fact, I didn`t love my self and needs the other to supply a void that only I could fill. My immaturity did not let me see the difference between the two kinds of love. There were many lessons learned accompanied by tears. Unnecessarily cried so many times. But all passed and soon I realized that my pain was not related to a “love” but the loss, once again, an idealization. A dream idealized frustrated. An empty deepening. But everything goes… everything pass way.

One advantage of age, in my opinion, is the increasingly frequent chance to see the situation differently. Nothing can be more important than a genuine love. A love that comes along with ripening. No attachments. Where the will to see the other happy is celebrated every moment. I no longer need the other to define who I am, but to add a journey of exchanges and learning. Let the other be free to be happy and share that happiness also me to be at his side. The other is not my attachment nor my possession. But, as is said on the video, the other is not to fill me but be with  hands toguether. I only meet the genuine love when I got older, and I’m grateful that this kind of love is quiet, tasty and without charges. I’m happy with myself and still happy with my love … genuine to me.

Watch this video and have your own conclusions. It was a good surprise today wake up and see this video shared on the timeline of a dear friend. Thank you Rosana!

A great day to all (full of genuine love) …

Mariza Matheus

 

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