A força do pensamento (I) – Introdução

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      Gostaria de iniciar uma série de postagens sobre pensamentos. Vivemos conforme nossos pensamentos. Agimos como pensamos. Somos o que pensamos.
      O ato de pensar é um privilégio do ser humano. Uma evolução. Apesar que quando olho para meus bichinhos de estimação tenho a impressão que eles pensam muito mais que algumas pessoas que conheço hehehe (brincadeira!).
      O pensamento é um mecanismo mental altamente organizado. É responsável por planejamentos, estratégias, definições, compressões, interpretações, execuções, etc.

O pensamento pode ser do tipo:

  • Analítico – é um pensamento lógico onde o indivíduo coordena modelos mentais relacionados com prever ou interferir em um determinado resultado.
  • Abstrato – é um pensamento livre que não necessita seguir lógica ou conceitos/definições. Pode representar nossa imaginação. Uma pessoa pode pensar que tem poderes e imaginar-se voando, por exemplo. A intuição muitas vezes sobrepõe a lógica.
  • Verbal – é como se ouvíssemos nosso próprio pensamento. Um monólogo mental, num contexto semântico e sintáxico. Aqui podemos traduzir, em pensamentos, nossos sentimentos e emoções.
  • Simbólico – como o nome mesmo diz, o indivíduo pensa de forma tridimensional, como um símbolo que pode ser interpretado e visualizado mentalmente. Um objeto pode ser imaginado, em forma de pensamento simbólico, como na construção de um prédio, por exemplo. Aqui há análise do modelo formal.
      Mas nossa mente comporta todos os tipos de pensamentos, muitas vezes simultaneamente. Esses tipos são apenas uma forma de simplificar algo tão complexo como o ato de pensar.
“Penso, logo existo”.
      Com certeza você já ouviu essa frase antes, não é mesmo? Essa citação é do filósofo, físico e matemático francês René Descartes (1596-1650). Abaixo o comentário dele sobre o pensamento (percebam o quanto ainda pode ser considerado contemporâneo):
“Enfim, considerando que os mesmos pensamentos que nos assaltam quando acordados também podem nos ocorrer quando dormimos, sem que nesse caso haja algum que seja verdadeiro, as coisas que até então haviam entrado no meu espírito não eram mais verdadeiras que as ilusões e meus sonhos. Mas logo concluí que eu que pensava, era alguma coisa, mostrando esta verdade:  penso, logo existoNão posso negar que as idéias não existem verdadeiramente em meu pensamento, mas reconheço claramente que a natureza inteligente é distinta da corporal.”
      Muitos cientistas contestaram essa teoria de Descartes, ressaltando que seu maior erro foi separar mente de corpo. Mas fica claro como o ato de pensar sempre intrigou diversos cientistas e filósofos. Para mim, a ato de pensar é a maior ferramenta que temos para alcançarmos a verdadeira liberdade. A mente é um universo onde os pensamentos percorrem todas dimensões.
Finalizo essa primeira postagem com uma pergunta:
O pensamento tem poder?
 Um excelente domingo a todos…
Mariza Matheus

 

Imagem: Public Domain Pictures

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